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sexta-feira, 26 de julho de 2013

Plantas com nomes diferentes


Foto Evelyn Muller
Foto Evelyn Muller



Lança-de-são-jorge 
Sansevieria abyssinica 

Assim como a lança-de-ogum, a herbácea leva o nome de um orixá porque é comumente usada nos cultos de umbanda. Suas folhas, reunidas em tufo, são cilíndricas, longas e pontiagudas, por isso são chamadas de lanças. Existe a crença popular de que essa espécie protege contra o mau-olhado



Boca-de-leão 
Antirrhinum majus 

Foto Evelyn Muller


                                                    
Pressione as flores tubulares, com dois lábios desiguais, e entenderá por que esta herbácea da região Mediterrânea leva este nome. A boca-deleão é produzida em diversas cores, na primavera e no inverno. Precisa de pleno sol para formar maciços em jardineiras ou bordaduras.





Foto Evelyn Muller
Foto Evelyn Muller



Flor-da-paixão 
Passiflora alata 
O nome popular da flor do maracujá foi dado por monges e está associado à paixão de Cristo. Isso porque a flor tem uma franja que remete à coroa de Jesus e cinco estames que simbolizam suas chagas. Ainda, os três elementos que compõemo estigma se referem aos pregos usados na cruz. A trepadeira nativa do Brasil produz o maracujá doce.



Foto Evelyn Muller
Foto Evelyn Muller



Gloriosa 
Gloriosa rothschildiana
O nome-adjetivo combina perfeitamente com esta trepadeira da família do lírio. Suas flores, vermelhas e amarelas, são muito vistosas. Sofrem uma torção, ou seja, os estames ficam totalmente à vista sob as pétalas recurvadas. Aparecem na primavera e no verão.




Gota-de-orvalho 
Evolvulus pusillus 
Foto Evelyn MullerAo contrário de sua parente, a dama-da-noite, esta herbácea rasteira tem flores que se abrem com o amanhecer. Quando substitui a grama, formando um conjunto, suas flores brancas e pequenas mais parecem gotas de orvalho sobre o verde de suas folhas. Pode ser utilizada como planta pendente. 

Foto Evelyn Muller
Foto Evelyn Muller



Maria-sem-vergonha 
Impatiens walleriana
Quando a imperatriz Maria Leopoldina veio da Áustria, em 1817, para morar com d. Pedro 1º, já se interessava por botânica. Como tinha saudades do Palácio de Viena, o imperador trouxe sementes de Impatiens, que foram plantadas no Jardim Botânico. O que não se imaginava na época é que a espécie se adaptaria tão bem. Por “dar” em qualquer clima e local, ganhou o nome vulgar de maria-sem-vergonha.



Amansa-senhor
Erythrina mulungu
Foto Evelyn Muller





Curioso, o nome popular desta árvore caducifólia explica o uso de suas folhas como sedativo na medicina popular. É originária da África do Sul, mas desenvolve-se bem nas Regiões Sudeste e Centro-Oeste do Brasil. O vermelho intenso de sua flor, formada entre os meses de maio e junho, a torna bastante ornamental. Ideal para a arborização de parques, praças e jardins.

Artista cria novos formatos de flores

Fonte:http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI288431-16802,00-BEM+ME+QUER+MAL+ME+QUER+ARTISTA+CRIA+NOVOS+FORMATOS+DE+FLORES.html e http://aprendendosobrenaturezaeanimais.blogspot.com.br/2012/12/flores.html


Para dar vida à série Exploded Flowers, o fotógrafo chinês Fong Qi Wei tratou de despetalar 20 espécies de flores. Delas, separou suas partes - pétalas, folhas e miolo - para depois rearranjá-las em uma folha de papel branco. O interessante deste trabalho é a possibilidade de recriar a forma de sua matéria-prima, de modo que pareça que a flor explodiu de dentro para fora. Daí o título da obra.  “O ato da desmontagem deixa claras as várias formas e texturas das flores. Algumas ficam mais expandidas quando desmontadas – a área da superfície relativa de uma rosa é bem maior do que a de um girassol, por exemplo", explica o artista, em seu site. Segundo o autor, a explosão das flores mostra a simetria radial que elas têm. Confira as imagens.

   Divulgação

   Divulgação

5 flores de tempo seco

         
                                                                                                                                    Cada planta tem um cultivo e se adapta em lugares diferentes. Por isso, é importante pesquisar bem antes de escolher uma espécie. Mas com este tempo seco, está difícil manter o jardim florido - especialmente se você não pode molhar a toda hora. Esta semana, a baixa umidade do ar colocou São Paulo em estado de atenção, com índice de apenas 10%, o mesmo de um deserto. Casa e Jardim selecionou cinco floríferas que resistem a estas condições, sem necessidade de regas constantes.



1 - Margarida-amarela (Rubeckia hirta)

Com amarelo vistoso, as flores brotam no verão e na primavera. Já a folhagem é abundante o ano todo, desde que a planta seja cultivada em sol pleno. Resiste bem ao tempo seco e gosta de frio leve. Requer replantio anual, pois perde a beleza com o tempo.






2 - Crista plumosa (Celosia argentea)

O conjunto de miniflores forma inflorescências cheias de cor. Elas podem ser vermelhas, rosas, brancas e muitas outras. Atingem 40 cm de altura quando cultivadas em sol pleno, com solo fértil. Tolera bem o frio e o tempo seco.



3 - Borboletinha(Schizanthus pinnatus)

Originária do Chile, onde cresce em condições de pouca umidade, a Borboletinha pode ser cultivada em canteiros, jardineiras ou vasos. As flores parecem orquídeas e surgem na primavera. Bem adepta ao tempo seco, a planta não tolera encharcamento, então não deve ficar em local onde a chuva alcance  


4 - Azaleia (Rhododendron simsii)

Arbustos com flores abundantes, as azaleias devem ser cultivadas a sol pleno. As flores suportam bem o frio e o tempo seco. Uma curiosidade: a azaleia é muito usada para bonsai e as podas podem ser feitas depois da floração.







5 - Zínia (Zinnia elegans)

Vai bem tanto em altas temperaturas, como em climas mais amenos, desde que cultivada a sol pleno. As flores têm diversas cores, como rosa, amarelo e branco; ou ainda, aparece em versões listradas e bicolores. Pode ser plantada tanto em jardins, como em floreiras ou vasos.

As flores mais perfumadas



Fotos Pedro Abude



Manacá-de-cheiro – Arbusto nativo de até 3 m de altura. Durante a primavera e o verão, a planta apresenta simultanea-mente flores brancas e lilases. Tolera o frio e exige sol pleno. Costuma ser suscetível ao ataque das lagartas. Para controlar infestações, recomenda-se o uso de inseticidas biológicos. 
Fotos Pedro Abude 


Gardênia – As flores brancas, com perfume doce e intenso, são o chamariz da gardênia. Após o amadurecimento, elas permanecem nos galhos, apresentando tons amarelados. Para garantir a florada, é indicado incorporar ao solo adubo orgânico rico em fósforo. Na versão míni, como a da foto, chega a 50 cm de altura.

Fotos Pedro Abude 

Camélia –Apreciadas pelo brilho da folhagem e pela delicadeza das flores, algumas camélias exibem um aroma sutil. É o caso da variedade Cammeliasinensis, uma árvore de até 15 m de altura com flores brancas e perfumadas,
e da Cammeliasasanqua, ou camélia aromática, que tem flores de cores que variam do rosa claro ao púrpura. Desenvolvem-se melhor em temperaturas amenas e toleram certo sombreamento.
Fotos Pedro Abude



Jasmim – Nome comum a várias espécies do gênero Jasminum, os jasmins mais utilizados são os de flores brancas e perfumadas, que exigem pleno sol. São comuns as trepadeiras jasmim-dos-poetas e jasmim-dos-açores. O jasmim-da-china, jasmim-sambac e jasmim-estrela também podem ser conduzidos como trepadeiras, apoiando suas ramagens em suportes.

Fotos Pedro Abude



Dama-da-noite – Com inúmeras inflorescências creme na primavera e no verão, que liberam um perfume muito acentuado à noite, este arbusto pode, inclusive, causar reação alérgica em algumas pessoas. Atinge até 3 m de altura.

Flores de inverno




Fotos Edu Castello
Manacá-da-serra
Árvore nativa brasileira, a espécie impressiona pela suas flores roxas desenvolvidas no inverno, ao contrário da forma arbórea que floresce no verão. Cresce entre 2 e 4 m de altura
1. Glicínia
A trepadeira de inflorescência azul-violeta é uma alternativa para pergolados e cercas vivas. Prefere regiões de frio intenso, como o sul do país, onde produz até frutos

2. Camélia
Vindo do oriente, o arbusto originalmente de flores vermelhas também possui variedades róseas, brancas e bicolores. Cultivado em pleno sol, atinge 6 m de altura
                                                         3. Hortênsia 
Fotos Edu Castello
1. Glicínia | 2. Camélia
Com flores compactas róseas, azuis ou b
rancas, a espécie se adapta bem à vida em vasos. Precisa, entretanto, de solo úmido e rico em matéria orgânica. Chega a 2,5 m de altura

4. Azaleia 
Originário da China, o arbusto cresce, em média, 2 m de altura e produz flores em várias colorações: brancas, vermelhas e róseas. a poda só pode ser realizada após o seu florescimento

5. Rosa 
a rosa deve ser plantada em canteiros de terra fértil, em conjuntos ou em maciços isolados. suas hastes com espinho têm crescimento entre 1,50 e 2 m de                   altura

Fotos Edu Castello
3. Hortênsia | 4. Azaleia | 5. Rosa
6. Cerejeira
Do fim do inverno ao começo da primavera, as flores da árvore símbolo da cultura japonesa desabrocham, principalmente em regiões de clima frio. Cresce até 10 metros de altura

7. Lavanda
Cobiçada pelo seu aroma, a herbácea perene de inflorescência lilás e azul está presente em qualquer hortinha. gosta do sol e aprecia o frio

8. Falso-íris
De folhagem ornamental, o falso-íris tem florescimento de curta duração, contudo muito vistoso. Adapta-se a condições de meia sombra e necessita de terra bem irrigada para se desenvolver

Fotos Edu Castello
6. Cerejeira | 7. Lavanda | 8. Falso-íris
9. Primavera 
Quando numerosas, as pequenas flores da espécie causam um efeito deslumbrante. É plantada como arbusto ou conduzida como trepadeira. precisa de sol e é resistente a geadas

10. Jasmim-dos-poetas De crescimento moderado, a trepadeira ganha a partir do outono flores perfumadas, róseas por fora e brancas por dentro. sobrevive em ambientes úmidos e de clima ameno 
Fotos Edu Castello
9. Primavera | 10. Jasmim-dos-poetas
Dicas de Inverno

–
 algumas pragas e doenças aparecem neste período, principalmente em regiões de umidade intensa. Espante lesmas e caramujos com soluções caseiras, à base de fumo ou naturais, com vinagre e alho, que são menos agressivos à planta
– Como a evaporação da água na terra é menor no inverno, a quantidade de regas deve ser reduzida. Vale a regra: finque o dedo na terra para sentir se está seca e regue-a pela manhã
– Não adube o solo. o ideal é que esse procedimento aconteça mensalmente entre a primavera e o verão, já que as espécies ficam em dormência no inverno.
– aproveite a estação para fazer remoções de galhos doentes ou secos. Atenção: não realize este procedimento nos arbustos e árvores floridos, o que pode prejudicar a planta 
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